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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Inspiração política


Já há algum tempo me vem à cabeça a idéia de um poema, mais político, que trate da relação entre o poder do capital e os muitos homens e mulheres que cedo partem para o trabalho. Acho que o poema abaixo, ainda sem nome, é digno de tal idéia e nos possibilita algumas reflexões a respeito desta relação. Espero que vocês gostem.






eles partem aos montes

partem às quatro, às cinco, às seis, às sete, às oito

partem a toda hora

partem sem ter hora para voltar

partem de todos os lados

para um ponto central da vida cotidiana

lugar onde mora o capital

partem em navios superlotados

e lá vão vender o corpo

em troca de capital que pague

a eletropaulo, a telefônica, a sabesp

e pague a todos os seus algozes

dívidas mais eternas

que o amor sonhado



eles partem aos montes

partem às quatro, às cinco, às seis, às sete, às oito

partem a toda hora

partem sem ter hora para voltar

partem partidos

partem escravos



Fábio Pinheiro

em 15/01/10

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Retomada à escrita no blog - 2010

Eaê pessoal! Eta 2010, ano eleitoral, ano de muito trabalho à frente do Ponto de Cultura, ano de mais concurso público na área da educação, ano de copa do mundo, ano dos meus 28 anos... Eta 2010... Quanta expectativa nos dá? Sabemos que ainda será difícil, por outro lado,o futebol aí está para apaziguar toda nossa tristeza... Eta Ponto de cultura! Já estamos com a mão na massa para construí-lo; sabemos que as tarefas serão muitas, muitas e por isso, como sempre, contaremos com a mão de todos e todas neste trabalho. Ele será a nossa cara! Bom, quero deixar aqui um texto que escrevi no meu blog - Pé de pinheiro - Espero vocês lá!

O TEXTO

O ano começou difícil com todos estes desastres naturais, em especial a situação nas periferias da cidade, em São Luiz do Paraitinga e outras cidades, e no Haiti. em especial quero falar do Haiti.

SOLIDARIEDADE AO HAITI

Ler jornal e estar no mundo não é nada fácil, infelizmente a felicidade nunca é noticiada e difícil de encontrar, a do povo então, raramente acontece, haja vista a política econômica a favor da constante emancipação das elites imperialistas no Brasil e no mundo.

Muito me entristece todas estas devastações naturais, ainda mais quando atingem povos tão sofridos como o povo Haitiano. A situação lá já não era fácil e agora mais essa, é duro ver um povo perder a vida assim, em meio a tanta desgraça.
Também fico sentido com a morte de pessoas como Zilda Arns, afinal ela, como tantos outros, muito contribuiu para o combate às desigualdades sociais.

Tomo a liberdade de divulgar aqui em meu blog o texto escrito por um camarada de militância, Edú, e publicado em seu blog, pois como ele penso que estas tragédias não podem nos fazer esquecer, se é que lembramos, de todas as injustiças (muitas que acontecem sem que sejamos informados pela mídia) que nos assolam há décadas e nos negam a emancipação e a igualdade de condições de vida, e isso sem prazo de encerramento.

SEGUE O TEXTO

DESGRAÇAS NATURAIS E DESGRAÇAS NATURALIZADAS

Triste a situação do Haiti. País extremamente pobre, espoliado de sua dignidade material pelas nações do norte, como vários outros, recebe agora mais um desastre natural para contabilizar em suas desgraçadas vivências. Mas não vamos esquecer de outros mortos, de outros sujeitos violentados diariamente. Que uma desgraça não sirva para a mídia sobrepor a outra, visando esquecimento.

Lembremos:

Das agressões ao povo palestino;
Da violência policial nas periferias do Brasil;
Dos desabamentos;
Da perseguição sofrida pelos trabalhadores sem terra pelos latifundiários;
Da fome que aumenta no mesmo ritmo em que aumenta a acumulação de capital;
Do imperialismo estadunidense que leva sua máquina de morte milionária aos mais distantes cantos do mundo;
Dos torturados no regime militar;
Dos torturados hoje pela polícia; Do racismo;
Da profunda ignorância a que o povo se encontra lançado;
Do descaso político em relação a Educação pública;
Do modelo econômico que privilegia o capital especulativo e lança o povo na pobreza;
A corrupção deslavada dos mesmos grupos políticos de sempre;
Do meio ambiente destroçado pela consumo exacerbado dos países ricos;
Do golpe em Honduras;
Dos mortos no Carandiru;
Da política nefasta do PSDB.

Lembremos de tudo. De todas as guerras, de todas as mortes, de todas as fomes. O que precisamos é de uma boa dose de revolta.

ENCERRO COM O VÍDEO DO YOU TUBE DE UMA MÚSICA COMPOSTA POR CAETANO VELOSO E GILBERTO DE NOME "HAITI" E QUE TEM TUDO A VER COM ESSAS REFLEXÕES.



Ah, hoje o Frei Beto publicou na Folha de São Paulo um texto em homenagem à Zilda Arns. Vale a pena ler!

É isso aí pessoal... temos um ano inteiro pela frente para construímos uma série de coisas legais e estarmos na luta contra o sistema.

Espero vocês lá no blog, no Espaço Cultural Carlos Marighella e aqui!

Abraços.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Relato do Último Encontro do Rebeliarte no Espaço Cultural Carlos Marighella, dia 05/12/09

PESSOAL, decidi excluir o texto que aqui publiquei a respeito do último encontro de alguns integrantes do grupo Rebeliarte no Espaço Cultural, neste último sábado, dia 5/12. O texto agora está postado em tópicos na página do orkut do Rebeliarte, no fórum "Idéias sobre o sarau!". Leiam!

Deixo aqui apenas um aviso urgente e dois poemas-presentes de minha autoria.

UM ÚLTIMO AVISO

O Espaço Cultural Carlos Marighella está pensando em realizar neste mesmo dia do Sarau a Confraternização de Fim de Ano e aí eu gostaria de saber se há algum problema em realizarmos nosso sarau uma hora mais cedo, a partir das 17 horas, para finalizá-lo às 20 horas. A Marriete conversou com o Edú, por telefone, e ele, a princípio, não viu nenhum problema. Eu precisava de saber de vocês: O que acham? O problema é que o Espaço está sem outra data para fazer a confraternização e se começar às 21 horas terminará muito tarde.

Bom pessoal, acho que foi isso (Se faltou algo, os meninos, que também participaram do encontro, complementam. Agora é com vocês: leiam e vejam se a proposta que tiramos é legal ou não, sugiram ajustes, fiquem à vontade.

Grande abraço a todos e todas.

Fábio Pinheiro.


POEMAS-PRESENTES


GRÁVIDO

Visto os meus poemas
Ou você os quer nus?
‘Cê sabe
um poeta grávido de dor
vomita o que é ácido, amargo,
azedo, áspero e rude.
Grávido, um poeta
vomita o que é puro e sem disfarce.


FÁBIO PINHEIRO

ALÉM DE!

além de além de além de negro
além de além de além de pobre
além de além de além de feio
além de além de além estranho
além de além de além de tantas vezes fudido,
apaixonado por outro alguém igual.

negro, pobre, feio, estranho e apaixonado fudido.

FÁBIO PINHEIRO

Poema para as crianças

PARA VER ESTRELAS


Subir montanha
vasculhar céu
e varrer nuvens cinzas
para ver estrelas.

FÁBIO PINHEIRO


Peço que opinem a respeito dos poemas, principalmente este penúltimo, pois penso em publicá-lo.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Atividade da Consciência Negra

Não poderia escrever aqui, hoje, sem falar dos momentos que passamos na Marcha da Consciência Negra, no último dia 20. Fomos num grupo de mais de 16 pessoas, mais especificamente os grupos de Percussão e Literatura (Rebeliarte). Foi muito empolgante, deu pra sentir que a galera curtiu muito. Todo mundo colaborou, tocou, dançou, carregou instrumento, dividiu lanche, tomou chuva e tudo mais. A única coisa chata foi o motorista “mala” que nos arrumaram, o cara implicava com tudo, se queixou até de ter que transportar os nossos instrumentos, não permitiu um “sambinha” de lei, foi um mala de fato; mais uma ofensa a nossa cor, costume e cultura negra.
Em relação ao evento, eu tive a impressão de não ter atraído muitas pessoas, a Marcha parecia estar um tanto esvaziada, o que nos revela o fato de que as pessoas vêem o Dia da Consciência Negra como mais um belo feriado para pegar a estrada, curtir uma praia, colocar a casa em ordem, saí de balada, tudo menos marchar em protesto. E protestar o que? Nem temos o que protestar! Já somos até reconhecidos pela lei como cidadãos. Ora se somos!!! Temos até cotas nas universidades, cotas nas passarelas, temos uma lei que nos protege das ofensas que possamos sofrer pela nossa cor, freqüentar a "macumba" é permitido e na rua ninguém te olha atravessado, a polícia nos respeita a toda hora do dia, podemos usar cabelos espalhafatosos porque já é moda, é fashion. Se nossos heróis negros estivessem vivos se surpreenderiam, pois hoje tem TV e negro é personagem principal em novela, rico, padrão de beleza top e tudo; EUA é negro. Negro agora, aliás, é moda, é doutor e todos nos respeitam. É, estamos com tudo!!! Quem nos viu quem nos vê!
Então reivindicar o que? Pra que? Na vida tudo se alcança se houver esforço, se o dia-a-dia for encarado como uma verdadeira batalha na qual a vitória deve ser exclusivamente minha. Que vençam os melhores!
Infelizmente, estes discursos já conquistaram muitas mentes e corações (como diria nosso amigo Serginho), inclusive negros. E a gente é visto como louco (lembro até que liguei para um amigo negro convidando-o e ele tava bem "dormindo" e rindo de mim) quando diz que o nosso programa do fim de semana é marchar com a negrada que sabe bem que ainda há muito o que conquistar neste mundo em prol do povo negro (as estatísticas estão aí pra provar). Negro que, aliás, ainda vive preso a condições de vida, muitas vezes, subumanas, sujeito a salários baixos, educação de péssima qualidade, acesso limitado ao ensino superior, desrespeito a suas crenças e costumes, etc; todas estas condições limitam a população negra a uma vida precária com poucas perspectivas. Como se diz o processo é lento e o barato é louco.
Então, a Marcha foi prejudicada pela chuvinha que resolveu cair pouco depois do início dela e isso fez com que a gente encerrasse a nossa participação, uma vez que não podíamos colocar em risco os nossos instrumentos. Mas até onde participamos foi muito legal, o pessoal da Percussão foi o único grupo que acompanhou a Marcha tocando e a galera curtiu demais, até "chorou" quando fomos obrigados a parar.

Distribuímos panfletos, o Edú e Jô prepararam um material bem interessante com poema do Solano Trindade e apresentação do grupo e o Espaço Cultural levou a carta manifesto em homenagem ao Carlos Marighella. Fizemos balanço da atividade no ônibus, todo mundo manifestou satisfação e maturidade para sugerir alguns cuidados a ser tomados nas próximas atividades.

À noite eu voltei e curti os shows do Luiz Melodia e da Elza Soares, foi louco, me diverti muito.

Mudando de assunto, o pessoal tirou de se encontrar no próximo sábado para discutir a atividade de fim de ano. Eu, particularmente, não poderei estar, pois terei de participar num Congresso de Educação na Cidade Tiradentes. Mas deixarei minhas sugestões aqui no blog e enviarei por e-mail ao Edú os poemas que selecionei para publicação.

Agora preciso falar de uma coisa muita séria com vocês: todos sabem que fomos aprovados no edital de Ponto de Cultura, mas estamos com alguns problemas financeiros. Acontece que a nossa documentação está sendo regularizada e para assinar contrato, segundo o contador, falta apenas a emissão de uma certidão negativa municipal, conhecida como CCM. Para emití-la precisamos acertar dívidas com o município, multas e taxas fiscais de anos anteriores que não foram pagas. O contador levantou um valor de R$ 923,00, fora o valor de pagamento do serviço dele. Não temos muito a quem recorrer senão as pessoas que participam do Espaço, pois já recorremos à APEOESP, à galera do PSOL, e eles já colaboraram alguns meses atrás. Colaboraram inclusive para resolvermos questões da documentação e despesas do Espaço. Então fica complicado solicitar mais doação. Fora isso estamos com aluguel atrasado, duas contas de luz e telefone atrasadas e a Marriete para pagar. Está complicado, porém sabemos que a prioridade deve ser a documentação, haja vista que isso garantirá a existência do nosso trabalho por mais três anos, com direito a muito ar e fôlego.
Bom, gostaria de fazer esse apelo, quem puder contribuir, a contribuição será muito bem vinda, já que estamos com a corda no pescoço e temos prazo curto demais para resolver isso. Quem puder é só ligar para a Marriete no Espaço Cultural e trocar uma idéia.

"A união fará a força!"

Forte abraço a todos e todas.

Deixo para vocês um poema-presente, adianto que esse não será de nenhum bambambam da literatura, mas sim de um cara louco que inventou de se achar poeta.

Uma idéia


Paira no ar uma idéia
uma idéia vaga
uma idéia vagabunda
uma idéia ordinária
uma idéia safada
uma idéia promíscua
uma idéia romântica
uma idéia ideal
uma idéia revolucionária
uma idéia
uma idéia qualquer
uma idéia vaga
cabe ao poeta ocupá-la.


Fábio Pinheiro

(Penso em criar um pseudônimo que chame mais a atenção. Ajudem-me!)

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

ATIVIDADE DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Ah! Esqueci de falar sobre a atividade da consciência negra, a Marcha no centro. O ônibus sairá às 10h00 do ESPAÇO CULTURAL CARLOS MARIGHELLA e retornará às 16 horas; haverá lanche para os participantes.

Abraço a todos.


Vamos todos e todas!!!

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

BOAS NOVAS

Meus queridos arteiros, já faz um tempo que não escrevo, mas agora volto com o prazer de trazer novidade e respostas às sugestões que foram postadas pelo Edu, que são resultado do Encontro que tivemos domingo passado na Semana de Arte Maloqueira, na atividade com o Sacolinha, que foi 10! A novidade é que o ESPAÇO CULTURAL CARLOS MARIGHELLA teve o projeto ESPAÇO CULTURAL CARLOS MARIGHELLA: INTERAGIR COMUNIDADE E CULTURA entre os aprovados no Edital de "PONTOS DE CULTURA" da Secretaria de Estado da Cultura. Esta foi uma vitória super merecida, pois nos dedicamos muito a construção deste projeto. Gostaria até de em nome do ESPAÇO agradecer a todos que de uma forma ou de outra contribuíram para esta conquista e dizer que "é nóis na fita". Quanto as nossas próximas ações - o Sarau, a Publicação, o Boletim, os Encontros e a Internet - penso o seguinte: acho que a data do dia 13/12/2009 talvez comprometa a minha participação, por conta da prova do estado. Sugiro a data de 6/12/09, mas como há a possibilidade de o evento ser junto ao de comemoração e encerramento das atividades do Espaço, não sei se a data que sugiro será a melhor. Em relação à publicação acho que teríamos que, de repente, nos encontrar para discutir, ao certo, como será, talvez até escrever juntos o Editorial e encaminhar as demais coisas. O problema é que é tudo para ontem! Aí como faremos? Bom, acho que seria legal ter um espaço na revista para um texto do Espaço Cultural dialogando com o grupo rebeliarte e com o seu próprio fazer. O que vocês acham? Bom, em relação aos encontros acho interessante a idéia da Josi, penso que devíamos tentar. O Boletim acho necessário, porém não sei como podemos encaminhar a escrita dele. E a questão da internet ainda não pude expor à Coordenação já que o pessoal não se reuniu na segunda por conta da organização para o Congresso Estadual da APEOESP no interior do estado. Na próxima segunda dará para conversar a respeito de tudo que está sendo sugerido no blogger. Na sexta nós nos encontraremos na Marcha da Consciência Negra e aí a gente discute sobre a publicação e o sarau. Ah, precisamos definir a data logo, até para fecharmos a presença do Sacolinha, poeta de Suzano.Pra terminar que eu falo muito, rs rs rs... só de pensar em publicar o coisas que escrevemos e fazemos fico emocionado.

POEMA-PRESENTE
Os Filhos da época

Somos os filhos da época,
e a época é política.
Todas as coisas - minhas, tuas, nossas,
coisas de cada dia, de cada noite
são coisas políticas.
Queiras ou não queiras,
teus genes têm um passado político,
tua pele, um matiz político,
teus olhos, um brilho político.
O que dizes tem ressonância,
o que calas tem peso
de uma forma ou outra - político.
Mesmo caminhando contra o vento
dos passos políticos
sobre solo político.
Poemas apolíticos também são políticos,
e lá em cima a lua já nao dá luar.
Ser ou não ser: eis a questão.
Oh, querida que questão mal parida.
A questão política.
Não precisas nem ser gente
para teres importância política.
Basta ser petróleo, ração,
qualquer derivado, ou até
uma mesa de conferência cuja forma
vem sendo discutida meses a fio.
Enquanto isso, os homens se matam,
os animais são massacrados,
as casas queimadas,
os campos se tornam agrestes
como nas épocas passadas
e menos políticas.

Wislawa Szymborska
Tradução - Ana Cristina César
Abraços e beijos a todos e todas.
Saudações culturais!
FÁBIO

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Primeiros escritos no blogger

Eaê Rebeliarte!

Esta é a primeira vez que escrevo no Blogger, aproveito o momento para expor um pouco o que penso e sinto em relação aos nossos encontros:
Os Encontros de Arte e Literatura foram para mim um impulso ao desejo de expressão, algo incontrolável no ser humano, nunca se esgota, apenas se inibe às vezes. Unir todos estes anseios, manifestados em várias linguagens artísticas, num Espaço que compreende que o avanço na consciência política dos sujeitos é necessário para alcançarmos um mundo mais coletivo e justo, já aponta, por parte do grupo, algo muito além de passar tardes entrelaçado em poesia e arte.

Isso é muito bom!

Bom, agora quero aproveitar mais ainda este momento para publicar a Carta Manifesto que , em virtude dos 40 anos depois, MARIGHELLA VIVE!, a Coordenação do Espaço Cultural Carlos Marighella escreveu.
Acabou de sair do forno, espero que gostem e participem do nosso evento no próximo domingo às 15 horas. Haverá muitas atividades: Bingo de livros, Bate papo sobre o Marighella, Música, Comes e Bebes a preços populares e muito mais.

CARTA MANIFESTO

Para quem é de interesse, Carlos Marighella (1911 – 1969) foi um lutador social revolucionário, atuou na militância política contra os governos ditatoriais de Getúlio Vargas (1930 – 1945) e dos militares a partir de 1964. Neste ano houve um golpe contra o governo de João Goulart, que tinha comprometimento com partidos políticos, sindicatos e diversos segmentos dos movimentos sociais e a pretensão de pôr em prática mudanças estruturais que melhorariam, significativamente, a vida do povo brasileiro.
Neste contexto se deu a luta de Marighella que, com erros e acertos, deixou um legado positivo para os lutadores sociais. Seus escritos foram traduzidos para muitas línguas e orientaram revolucionários por vários cantos do mundo. Como todo homem que age, teve concepções que não se confirmaram, pregou a luta armada, praticou-a e perdeu sua vida em nome do socialismo, na data de 4/11/1969.
40 anos depois, aqui estamos, homenageando a memória deste símbolo da resistência socialista e convictos da importância de lembrarmos a história de nossos heróis. Neste sentido, fazemos deste momento de “mística” revolucionária oportuno para que esta mensagem conquiste corações e mentes para a luta socialista.
Certos de nossa responsabilidade e compromisso, nós do Espaço Cultural Carlos Marighella, viemos a público para reafirmar nossas convicções e convidar novos atores sociais para que, por meio da contribuição político-cultural, construam coletivamente alternativas culturais, a luta do povo e o socialismo.



PRIMAVERA de 2009.

Contato:


R Carvalho de Araújo, 5 - Guaianases
CEP: 08461-010 - Tel: 2553-1466
São Paulo - SP
cultural_carlosmarighella@yahoo.com.br


Abraço a todos!!! Saudações Culturais!!!

Talvez eu volte mais tarde com novidades!!!!

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