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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A Evolução

A Evolução humana não tem nada em evolução, já que tudo que o Ser Humano fez ate hoje foi ser egoísta, deixando seus desejos mais primitivos - os mesmos de qualquer animal sem inteligência alguma - o dominarem, ao invés do raciocínio e da Inteligencia. Como meio de consolo, já que ser um ser tão egoísta e mesquinho traz a alguns o sentimento de culpa, criaram a ilusão de serem os filhos do Criador do Universo, e com isso o tornavam o "Alfa" entre os outros e não importava quanto de sangue manchariam a Terra, permitindo que seus sentimentos fossem satisfeitos. A Evolução Tecnológica ocorreu curando as limitações humanas, mais a mental não, estando sempre preso ao seu passado.
Deixo aqui o link do vídeo e da musica que me fez pensar um pouco sobre a Evolução Humana e lembre-se que ainda podemos evoluir! .



Faça a Evolução

Woo...
Eu estou a frente, eu sou o homem
Eu sou o primeiro mamífero a usar calças, yeah
Eu estou em paz com minha luxúria
Eu posso matar pois em Deus eu confio, yeah
É a evolução, baby

Eu estou em paz, eu sou o homem
Comprando ações no dia da quebra
No frouxo, eu sou um caminhão
Todas as colinas rolantes, eu irei aplanar todas elas, yeah
É comportamento de rebanho, uh huh
É a evolução baby

Me admire, admire meu lar
Admire meu filho, ele é meu clone
Yeah yeah, yeah yeah
Esta terra é minha, esta terra é livre
Eu faço o que eu quiser, irresponsavelmente
É a evolução, baby

Eu sou um ladrão, eu sou um mentiroso
Esta é minha igreja, eu canto no coro
(Aleluia, Aleluia)

Me admire, admire meu lar
Admire minha música, aqui estão minhas roupas
Porque nós conhecemos, apetite por banquete noturno
Esses índios ignorantes não tem nada comigo
Nada, por que?
Porque é a evolução, baby!

Eu estou a frente, eu sou avançado,
Eu sou o primeiro mamífero a fazer planos, yeah
Eu rastejei pela terra, mas agora eu estou alto
2010, assista isso ir para o fogo

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Tortura no regime militar por Latuff

O cartunista carioca Carlos Latuff é um dos artistas mais criativos do movimento social. É muito conhecido no mundo, amado pelos lutadores palestinos e odiado pelos chacais do capitalismo mundial. Recentemente postou essa charge sobre a anistia aos torturadores do regime militar. Achei fantástica e decidi compartilhar.
Torturador tem que ser condenado pelos seus crimes.

Pretendo fazer uma postagem só para comentar o trabalho de Latuff mais pra frente, enquanto isso, visitem a galeria de imagens do artista, basta clicar na figura abaixo. Detalhe, aprecie sem moderação.

[Edu]

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domingo, 17 de janeiro de 2010

REGRESSO!!!

Fala galera! Finalmente meu pc foi arrumado e posso postar novamente.

Sei que to postando meio tarde no meu novo dia, mas o computador só ficou pronto agora.

Escrevo com grande satisfação em dizer que esse ano de 2010 vai vir com mais ousadia mais arte mais rebelião e mais literatura.

Nossa reunião de hoje já marcou a data do retorno das atividades do centro cultural Carlos Marighella para 20/02/2010, já para discutirmos sobre literatura e literatura marginal.

Esse ano promete mais ousadia e mais lindos poemas e mais grandes arte e conquistas pela frente, rumo à revolução!!! ou pelo menos um passo dela.

Um abraço para todos que ousam nesse mundo cheio de barreiras.

té + (Samuel Macário sam.macario@gmail.com)

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Tenda Literária - Poemas

No fim do ano nós participamos de uma atividade do projeto Tenda Literária, que faz parte do Instituto Paulista de Juventude, que também atua em Guaianases. Naquele dia houve um sarau com a participação do escritor Sacolinha e nós escrevemos alguns poemas. Então, o Vandei postou os textos e as fotos. Quem puder passar para olhar, estão aqui.


Abraço.

Edu

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Retomada à escrita no blog - 2010

Eaê pessoal! Eta 2010, ano eleitoral, ano de muito trabalho à frente do Ponto de Cultura, ano de mais concurso público na área da educação, ano de copa do mundo, ano dos meus 28 anos... Eta 2010... Quanta expectativa nos dá? Sabemos que ainda será difícil, por outro lado,o futebol aí está para apaziguar toda nossa tristeza... Eta Ponto de cultura! Já estamos com a mão na massa para construí-lo; sabemos que as tarefas serão muitas, muitas e por isso, como sempre, contaremos com a mão de todos e todas neste trabalho. Ele será a nossa cara! Bom, quero deixar aqui um texto que escrevi no meu blog - Pé de pinheiro - Espero vocês lá!

O TEXTO

O ano começou difícil com todos estes desastres naturais, em especial a situação nas periferias da cidade, em São Luiz do Paraitinga e outras cidades, e no Haiti. em especial quero falar do Haiti.

SOLIDARIEDADE AO HAITI

Ler jornal e estar no mundo não é nada fácil, infelizmente a felicidade nunca é noticiada e difícil de encontrar, a do povo então, raramente acontece, haja vista a política econômica a favor da constante emancipação das elites imperialistas no Brasil e no mundo.

Muito me entristece todas estas devastações naturais, ainda mais quando atingem povos tão sofridos como o povo Haitiano. A situação lá já não era fácil e agora mais essa, é duro ver um povo perder a vida assim, em meio a tanta desgraça.
Também fico sentido com a morte de pessoas como Zilda Arns, afinal ela, como tantos outros, muito contribuiu para o combate às desigualdades sociais.

Tomo a liberdade de divulgar aqui em meu blog o texto escrito por um camarada de militância, Edú, e publicado em seu blog, pois como ele penso que estas tragédias não podem nos fazer esquecer, se é que lembramos, de todas as injustiças (muitas que acontecem sem que sejamos informados pela mídia) que nos assolam há décadas e nos negam a emancipação e a igualdade de condições de vida, e isso sem prazo de encerramento.

SEGUE O TEXTO

DESGRAÇAS NATURAIS E DESGRAÇAS NATURALIZADAS

Triste a situação do Haiti. País extremamente pobre, espoliado de sua dignidade material pelas nações do norte, como vários outros, recebe agora mais um desastre natural para contabilizar em suas desgraçadas vivências. Mas não vamos esquecer de outros mortos, de outros sujeitos violentados diariamente. Que uma desgraça não sirva para a mídia sobrepor a outra, visando esquecimento.

Lembremos:

Das agressões ao povo palestino;
Da violência policial nas periferias do Brasil;
Dos desabamentos;
Da perseguição sofrida pelos trabalhadores sem terra pelos latifundiários;
Da fome que aumenta no mesmo ritmo em que aumenta a acumulação de capital;
Do imperialismo estadunidense que leva sua máquina de morte milionária aos mais distantes cantos do mundo;
Dos torturados no regime militar;
Dos torturados hoje pela polícia; Do racismo;
Da profunda ignorância a que o povo se encontra lançado;
Do descaso político em relação a Educação pública;
Do modelo econômico que privilegia o capital especulativo e lança o povo na pobreza;
A corrupção deslavada dos mesmos grupos políticos de sempre;
Do meio ambiente destroçado pela consumo exacerbado dos países ricos;
Do golpe em Honduras;
Dos mortos no Carandiru;
Da política nefasta do PSDB.

Lembremos de tudo. De todas as guerras, de todas as mortes, de todas as fomes. O que precisamos é de uma boa dose de revolta.

ENCERRO COM O VÍDEO DO YOU TUBE DE UMA MÚSICA COMPOSTA POR CAETANO VELOSO E GILBERTO DE NOME "HAITI" E QUE TEM TUDO A VER COM ESSAS REFLEXÕES.



Ah, hoje o Frei Beto publicou na Folha de São Paulo um texto em homenagem à Zilda Arns. Vale a pena ler!

É isso aí pessoal... temos um ano inteiro pela frente para construímos uma série de coisas legais e estarmos na luta contra o sistema.

Espero vocês lá no blog, no Espaço Cultural Carlos Marighella e aqui!

Abraços.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Literatura e periferia, para lembrar

Segue abaixo um vídeo com algumas imagens e gravações que nós fizemos no
início do projeto. Para quem não lembra, foi um sarau sobre literatura e periferia que aconteceu em agosto deste ano.
A música é do Milton Nascimento, chama-se "Menestrel das Alagoas".
O arranjo eu fiz com a Jô.
Abraço.
edukaw@hotmail.com
twitter.com/edukaw

Menestrel das Alagoas

Milton Nascimento

Quem é esse viajante
Quem é esse menestrel
Que espalha esperança
E transforma sal em mel?
Quem é esse saltimbanco
Falando em rebelião
Como quem fala de amores
Para a moça do portão?
Quem é esse que penetra
No fundo do pantanal
Como quem vai manhãzinha
Buscar fruta no quintal?
Quem é esse que conhece
Alagoas e Gerais
E fala a língua do povo
Como ninguém fala mais?
Quem é esse?
De quem essa ira santa
Essa saúde civil
Que tocando a ferida
Redescobre o Brasil?
Quem é esse peregrino
Que caminha sem parar?
Quem é esse meu poeta
Que ninguém pode calar?
Quem é esse?

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sábado, 12 de dezembro de 2009

A Revolução através da arte

Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim,
Daqui a pouco não.

Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim,
Daqui a pouco...

Se agregar não é segregar;
Se agora for, foi-se a hora.
Dispensar não é não-pensar;
Se saciou, foi-se embora.

Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim,
Daqui a pouco não.

Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim,
Daqui a pouco...

Se lembrar não é celebrar;
Dura é a dor quando aflora.
Esquecer não é perdoar;
Se consagrou, sangra agora.

Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim,
Daqui a pouco não.

Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim...

Tempo de dar colo,
Tempo de decolar.

O que há é o que é;
E o que será
Nascerá, nascerá.

Tempo de dar colo,
Tempo de decolar.

O que há é o que é;
E o que será
Nascerá... Será?

Reciclar a palavra,
O telhado e o porão;
Reinventar tantas outras
Notas musicais.

Escreever um pretexto,
Um prefácio e um refrão
Ser essência muito mais.

Ser essência muito mais
A porta aberta, o porto,
A casa, o caos, o cais.

Se lembrar de celebrar muito mais.

Muito mais...
A ciência, a essência,
A poesia prevalece...

Tá certo que o nosso mal
Jeito foi vital
Pra dispensar o nosso tom;
O nosso som pausou.

E por tanta exposição
A disposição cansou.
Secou da fonte da paciência
E nossa excelência ficou lá fora.

Solução é a solidão de nós.
Deixe eu me livrar das minhas marcas;
Deixe eu me lembrar de criar asas.

Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que esse verão eu faço só.
Deixa que nesse verão eu faço sol.

Só me resta agora acreditar
Que esse encontro que se deu
Não nos traduziu melhor.

A conta da saudade
Quem é que paga?
Já que estamos brigados de nada;
Já que estamos fincados em dor.

Lembra o que valeu a pena
Foi nossa cena não ter pressa pra passar.

(Fernando Anitelli – O Teatro Mágico)

O Teatro Mágico está fazendo história na arte independente, comemora nesse final de semana árduos seis anos de independência.
E eu considero essa letra deles, praticamente um hino da revolução a partir da arte. "Se lembrar de Celebrar muito mais!" Que o nosso sarau seja mais uma grande celebração dessa futura revolução em que passamos fazer parte do exército!

É preciso ousar, é precisa ter coragem de dizer, é preciso ousar reinventar a ordem das coisas para se construir um futuro um tanto quanto melhor!

Observação: o vídeo não é o da musica que postei! hehehe

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Participe do Sarau!!!!




É isso ai, venha conhecer mais de perto nosso trabalho. Se tiver poemas guardados, traga. Se tiver algum poema que você goste, venha compartilhar conosco. Ou apenas venha assistir, quem sabe você não saia inspirado a compor seus próprios textos. São todos bem vindos aqui.

Rebeliarte é de todos e está em todo lugar.

Endereço:

Para dar uma esquentada, fiquem com um poema do Ferreira Gullar que o Samuel escolheu e acabou ficando fora do panfleto.
(Edu - edukaw@hotmail.com)


Subversiva

A poesia
quando chega
não respeita nada.
Nem pai nem mãe.
Quando ela chega
de qualquer de seus abismos
desconhece o Estado e a Sociedade Civil
infringe o Código de Águas
relincha
como puta
nova
em frente ao Palácio da Alvorada.

E só depois
reconsidera: beija
nos olhos os que ganham mal
embala no colo
os que têm sede de felicidade
e de justiça

E promete incendiar o país

(Ferreira Gullar)

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Uma nova voz da periferia - Andressa dos Santos

Poucos são os que ousam falar alto. Poucos são os que têm olhos e coragem para enxergar a realidade em que vivem. Eu vou apresentar a vocês alguém que desafiou o silêncio e, por meio da poesia, vem falando da vida, da existência e da exclusão social.

Essa jovem poeta mora na Cidade Líder e vem produzindo bons textos já há algum tempo. Apreciadora de Literatura Marginal, lê Ferréz, Sacolinha, Akins, fora outros escritores, conhecidos do grande público ou não. É uma das lideranças de um movimento literário escolar e pela forma como vem produzindo, merece um lugar entre os "rebelados da arte". Bem vinda ao Rebeliarte.

A voz da periferia clama por mudança

A vida me pregou
mais um dessa, por essa
não pude esperar.
Tudo que sonhei desmoronou.

Há anos que vivo em cavernas
e ninguém nunca notou.
Sorriso que vem com a dor.
Desespero, choro, lágrima e emoção
que dominava a todos da comunidade.
Escutar gritos de socorro é comum;
não sei se dá pra confiar em minha própria sombra.

Queria poder acreditar em papai noel,
duendes e fada madrinha.
A única pessoa em quem eu acredito
e que não é capaz de me trair é Deus,
pois nele acredito.

Pessoas que moram em Copacabana, Morumbi
acham que o mendigo, o pobre que mora em uma favela
não seria capaz de morar onde eles estão.
Pois fiquem sabendo vocês que nos somos pobres
mas ricos de coração e alma.
Pois o que vocês pensam ou deixam de pensar,
só Deus, naquele grande dia, irá julgar.

Se inveja matasse, quantas
pessoas iriam morrer de desgosto.
Novamente a voz da periferia clama mudança.
Mudança para melhorar não só de vida,
mas de lugar.

Acho que faltam várias coisas neste mundo:
a esperança de renascer de novo.
Vivo em conflito com o tempo
porque perdi horas e horas
tentando achar a solução para mudar o mundo.
Até que ponto isso vai chegar?

O maconheiro, com sua maconha
pede ajuda para sobreviver.
Os moradores em desespero, ajudam.
Na periferia é um ajudando o outro.

Prefeitos, polícia. Eles não são mestres.
Onde eles estão nesta hora em que a periferia clama mudança?
Acho que nem tudo que brilha é ouro,
pois é a vida de todos que está em jogo.

Joia rara, isto que nós somos.
Dinheiro, inveja, pobreza, morte, arrepio na alma.

Todos que estão nesta vida vão triunfar
apenas coloque sua fé
em prática.

Andressa dos Santos

(Andressa tem 13 anos, estuda na rede municipal e é poeta)

(Edu)

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Tenda Literária nº 5

No dia 15/11 nós estivemos na atividade que fechou a Semana de Arte Maloqueira, a Tenda Literária. Foi bacana, contou com a presença do escritor Sacolinha, sarau, dança afro e muita conversa. Aproveitei a foto e fiz um vídeo, minha nova diversão... hehehe
Detalhe, o blogue do projeto Tenda Literária:
Estamos juntos.

A música chama-se "Grândola Vila Morena". Ficou para a história por ter sido a senha para o início da Revolução dos Cravos, em Portugal, que pôs fim ao período de ditadura política, que vigorava desde os tempos no tirano Salazar. Eu acho a letra linda.
Abraço.
(Edu)

No caso, eu gravei as guitarras e a Jô cantou. Quem quiser cantar junto:

Grândola Vila Morena

Zeca Afonso

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina, um amigo
Em cada rosto, igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto, igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola, a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade



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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

ATIVIDADE DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Ah! Esqueci de falar sobre a atividade da consciência negra, a Marcha no centro. O ônibus sairá às 10h00 do ESPAÇO CULTURAL CARLOS MARIGHELLA e retornará às 16 horas; haverá lanche para os participantes.

Abraço a todos.


Vamos todos e todas!!!

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

BOAS NOVAS

Meus queridos arteiros, já faz um tempo que não escrevo, mas agora volto com o prazer de trazer novidade e respostas às sugestões que foram postadas pelo Edu, que são resultado do Encontro que tivemos domingo passado na Semana de Arte Maloqueira, na atividade com o Sacolinha, que foi 10! A novidade é que o ESPAÇO CULTURAL CARLOS MARIGHELLA teve o projeto ESPAÇO CULTURAL CARLOS MARIGHELLA: INTERAGIR COMUNIDADE E CULTURA entre os aprovados no Edital de "PONTOS DE CULTURA" da Secretaria de Estado da Cultura. Esta foi uma vitória super merecida, pois nos dedicamos muito a construção deste projeto. Gostaria até de em nome do ESPAÇO agradecer a todos que de uma forma ou de outra contribuíram para esta conquista e dizer que "é nóis na fita". Quanto as nossas próximas ações - o Sarau, a Publicação, o Boletim, os Encontros e a Internet - penso o seguinte: acho que a data do dia 13/12/2009 talvez comprometa a minha participação, por conta da prova do estado. Sugiro a data de 6/12/09, mas como há a possibilidade de o evento ser junto ao de comemoração e encerramento das atividades do Espaço, não sei se a data que sugiro será a melhor. Em relação à publicação acho que teríamos que, de repente, nos encontrar para discutir, ao certo, como será, talvez até escrever juntos o Editorial e encaminhar as demais coisas. O problema é que é tudo para ontem! Aí como faremos? Bom, acho que seria legal ter um espaço na revista para um texto do Espaço Cultural dialogando com o grupo rebeliarte e com o seu próprio fazer. O que vocês acham? Bom, em relação aos encontros acho interessante a idéia da Josi, penso que devíamos tentar. O Boletim acho necessário, porém não sei como podemos encaminhar a escrita dele. E a questão da internet ainda não pude expor à Coordenação já que o pessoal não se reuniu na segunda por conta da organização para o Congresso Estadual da APEOESP no interior do estado. Na próxima segunda dará para conversar a respeito de tudo que está sendo sugerido no blogger. Na sexta nós nos encontraremos na Marcha da Consciência Negra e aí a gente discute sobre a publicação e o sarau. Ah, precisamos definir a data logo, até para fecharmos a presença do Sacolinha, poeta de Suzano.Pra terminar que eu falo muito, rs rs rs... só de pensar em publicar o coisas que escrevemos e fazemos fico emocionado.

POEMA-PRESENTE
Os Filhos da época

Somos os filhos da época,
e a época é política.
Todas as coisas - minhas, tuas, nossas,
coisas de cada dia, de cada noite
são coisas políticas.
Queiras ou não queiras,
teus genes têm um passado político,
tua pele, um matiz político,
teus olhos, um brilho político.
O que dizes tem ressonância,
o que calas tem peso
de uma forma ou outra - político.
Mesmo caminhando contra o vento
dos passos políticos
sobre solo político.
Poemas apolíticos também são políticos,
e lá em cima a lua já nao dá luar.
Ser ou não ser: eis a questão.
Oh, querida que questão mal parida.
A questão política.
Não precisas nem ser gente
para teres importância política.
Basta ser petróleo, ração,
qualquer derivado, ou até
uma mesa de conferência cuja forma
vem sendo discutida meses a fio.
Enquanto isso, os homens se matam,
os animais são massacrados,
as casas queimadas,
os campos se tornam agrestes
como nas épocas passadas
e menos políticas.

Wislawa Szymborska
Tradução - Ana Cristina César
Abraços e beijos a todos e todas.
Saudações culturais!
FÁBIO

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Eis que surge um novo poeta!!!


Hoje vou postar o primeiro poema do Anderson, ele está conosco desde o ínicio, sempre quietinho mais vem participando muito e isso nos deixa muito feliz porque é bom ver os frutos desses encontros de Arte e literatura e o Anderson é um deles e nos trouxe a alegria de seu poema que foi escrito por ele.





QUE DISFARCE!




Um ser sem alma que só trabalha
Que a história apaga
os erros cometidos contra ele
Um túnel tido como sem luz


Agora encontra a sua luz,
através da arte ele mostra
seu verdadeiro disfarce
e desmente todo este disfarce.



(Autor: Anderson( Angels♫♪) )



Continue escrevendo Anderson, pois você está no caminho certo,espero que de onde veio este venham muitos outros e logo estarão na nossa coletânea.

(JÔ)

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Um pouco sobre a Semana de Arte Maloqueira


Como já havia comentado, o pessoal do Espaço Carlos Marighella está participando dos eventos da Semana de Arte Maloqueira de Guaianases, organizada pelos movimentos de cultura da região. Eu vou falar sobre duas atividades em que eu e o Fábio estivemos representando o Espaço Cultural e nossa Rebelião de Arte e Literatura.
No dia 08/11, domingo, rolou uma roda de conversa sobre Poesia como Utopia. Para abrir o debate, estavamos, eu, representando o Espaço Carlos Marighella; o Luciano, do Dolores Boca Aberta e o Akins Kinte, poeta da Edições Toró.
Eu abri falando basicamente da ausência de horizontes em que nos encontramos, da nossa condição amesquinhada, pensamentos voltados para nós mesmos, em contradição direta com as condições de vida do povo pobre, trabalhador. Daí propus que utopia, apesar de aparentemente morta, está presente na literatura de periferia, no RAP e no sentimento das pessoas, enscondidinho, pedindo lenha e chama. Também chamei a atenção para a necessidade de direcionar o potencial revolucionário contido nos movimentos culturais da periferia, e o cuidado para não perdermos a dimensão política da coisa, para não virar mercado.

O Luciano chegou dando continuidade, afirmando a obrigatoriedade de aliar teoria e prática, sendo a arte uma arma, e dando como exemplo o trabalho do Dolores Boca Aberta, que é pura militância política, enquanto arte. Mandou também dois poemas fortíssimos, que deixou a galera de cabelo em pé.
E quanto ao Akins, sem palavras. O cara transpira poesia. No jeito dele, na moral, falou da vivência, da relação dele com a arte, e também, a relação da arte com ele. Fez um relato do trabalho que ele desenvolve na Fundação Casa, em que os moleques escrevem os poemas, mas entregam para ele escondidos, muquiado dos "monitores", senão, já viu.
Sem contar um poema/samba que ele mandou, ainda inédito, sobre futebol de varze.
Cara, tô esperando você aqui no Espaço Carlos Marighella pra passar o Documentário.
Nossa, a partir daí as ideias foram longe, a galera tava inspirada. Acho que boa parte dos movimentos de cultura da região estavam presentes, a galera dos Jovens Urbanos, Cine Campinho, Onorio Arce... vou pegar com o Renato o nome de todos para postar, para não cometer injustiça. No final ainda rolou uma tietagem e tirei foto com o Akins. (Tô acompanhado seu trampo, mano, com admiração!!!)

No dia 10/11, na terça rolou um debate também pegado sobre Diversidade Cultura. Deste, a Jô filmou, vou editar, daí eu posto aqui. Então, retornem a esta postagem que ainda será editada com o vídeo, mas já ficam as fotos.
Um abraço revolucionário.







(Edu)



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domingo, 8 de novembro de 2009

Semana de Arte Maloqueira

Segue abaixo a programação dos eventos da Semana de Arte Maloqueira de Guaianases. Tem muita coisa boa, para todos os gostos e seguimentos artísticos. Eu vou participar diretamente de duas atividades:

Domingo: roda de conversa, a partir das 19:00, sobre poesia e utopia, na casa de cultura de Guaianases.
Terça: Roda de Conversa, a partir das 19:00, sobre Diversidade Cultural, no Espaço Cultural Carlos Marighella.

Deixo como sugestão a gente se encontrar no domingo, dia 15, na praça do Mercadão, para a atividade da tenda literária. A gente já troca uma ideia, e participa da atividade.

(Edu - edukaw@hotmail.com)

PROGRAMAÇÃO

Dia 07 – sábado
Local = Praça do Mercado Municipal de Guaianases (o evento vai iniciar com um Cortejo que sairá do CEU Lajeado e seguirá até a Praça do Mercadão)

13:00 – Mostra Cultural da Zona Leste – Programa VAI (Secretaria Municipal de Cultura)

Dia 08 – domingo
Local = Casa de Cultura de Guaianases

13:00 – P.O.R.R.A. (Projeto Ostensivo de Rimas Revolucionárias e Atitude) – Encontro de grupos de Rap e microfone aberto

19:00 – Roda de Conversa: “Poesia como Utopia” – Convidados: Professor Edu, (Espaço Carlos Marighella), Akins (Edições Toró) e Luciano (Dolores Boca Aberta)

Dia 09 – segunda-feira
Local = Casa de Cultura de Guaianases

15:00 – Intervenção de Graffiti no entorno da Casa de Cultura / Convidados: 5 zonas de Graffiti, Rim, Art e Graffiti, Cota Crew

19:00 – Exibição do filme “Profissão MC” e roda de conversa com o diretor: Alessandro Buzzo

Dia 10 – terça-feira
Local= Espaço Carlos Marighella

15:00 – Oficina de produção de Fanzine – Convidados: Marcelo (Fanzine Catraca) e Celso (Zine Concreto e Asfalto)

19:00 – Roda de Conversa: “Diversidade Cultural” – Convidado: Tião Soares (Cientista Social)

Dia 11 – quarta-feira
Local = Biblioteca Cora Coralina

15:00 – Sarau/oficina de poesias – Convidado: Tenda Literária (GT de cultura do IPJ)

19:00 – Roda de Conversa: “A Mercantilização da Cultura” – Convidada: Iná Camargo (Pesquisadora)

Dia 12 – quinta-feira
Local = Casa de Cultura de Guaianases

15:00 – Mostra de teatro e performance com grupos da região e convidados

19:00 – Roda de Conversa: “Fomento à cultura: limites e desafios” – Convidada: Maria do Rosário (Secretaria Municipal de Cultura)

Dia 13 – sexta-feira
Local = CEU Lajeado

15:00 – Apresentação dos projetos dos jovens do Programa Jovens Urbanos: vídeos, blogs, revistas, graffiti, teatro, leitura dramática, etc.

19:00 – Mostra de vídeos produzidos por alguns coletivos de áudio-visual da cidade (Local = Cine-campinho)

Dia 14 – sábado
Local = Casa de Cultura de Guaianases

SEMINÁRIO = A CULTURA QUE QUEREMOS

9:00 – Mesas: “Histórico do Movimento Cultural na zona leste” / “Cultura de Periferia na Cidade” / “Política Cultural na cidade” / “Política cultural em Guaianases” – Convidados: Sacha Arcanjo (MPA), Representante do Movimento dos Guaianás, Carlos Calil (Secretário de cultura), Jorge Perez (Subprefeito de Guaianases)

14:00 – Grupos de discussão: 1. Equipamentos e estrutura para a cultura / 2. Movimento de cultura / 3. Casas de cultura na cidade

19:00 – Show de MPB com músicos do MPA / Cacá Lopes / Valdir Bota / Tita Reis / Costa Senna

Dia 15 – domingo

9:00 – Continuação do Seminário – Mesas: “Histórico da Cultura em Guaianases” / “Propostas da Casa de Cultura de Guaianases” – Convidados: Representante do Movimento dos Guaianás / Sergião (Coordenador de Cultura de Guaianases)

11:00 – Redação do Manifesto: Que cultura queremos? / Cortejo até a Praça do Mercadão

14:00 – Tenda Literária – Roda de Conversa sobre Literatura Marginal – Convidado: Sacolinha

17:00 – Atividade cultural de encerramento da Semana
Local = Praça do Mercadão de Guaianases

ENDEREÇO DOS LOCAIS DAS ATIVIDADES:

1.Praça do Mercado Municipal = Praça Getúlio Vargas – (Próximo a estação de trem de Guaianases)

2. Casa de Cultura de Guaianases = Rua Professor Cosme Deodato Tadeu (Próximo a praça do mercado municipal de Guaianases)

3. CEU Lajeado = Rua Manoel da Mota Coutinho, 293 – Guaianases

4. Espaço Carlos Marighella = Rua Carvalho de Araújo, 06 – Guaianases

5. Biblioteca Cora Coralina = Rua Otelo Augusto Ribeiro, 113 – (Próximo à antiga estação de trem)

6. Cine-Campinho (Jd. Bandeirantes) = Rua Aldésio Prati, s/nº

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

SEQUESTRANDO LEITORES!!!!!!

faz um tempo que não posto nada, explico que andei esses dias meio pra baixo e entristecido com tudo que anda acontecendo... Mas isso é p outra conversa.

Carlos Marighella completa 40 anos de aniversário pelo seu falecimento, porém, ainda é vivo em nosso peito e nossas idéias. A mídia não lembrou da história de luta desse grande homem, nem seus poemas, nem seu rosto, nem seu nome, mas ele está eternizado em nós por todas as idéias, por toda luta que travou e o legado que deixou para nós, as armas que nos deixou para combatermos.

Obrigado por tudo grande Marighella.

A nossa idéia é a Ousadia. É hora de tomarmos medidas maiores, é hora de partirmos para um combate para que peguemos o inimigo desprevinido. É hora de fazermos sequestros, sequestros com nossos leitores, irmos até ele e o assaltar com arte, traficar poesia e depois fazemos um sequestro com o leitor, algo que mudará a vida dele, e assim ele viverá no nosso cativeiro livre e voltará para provar da liberdade. Vamos às ruas ousar, sequestrar com nossa arte, o momento é crítico e devemos tomar essa medidas. Vamos Ousar meu povo. Um grande abraço a vcs. Fiquem com mais uma das minhas tentativas de poemas:



ACIDENTE

A via
No havia.
Te encontrava
E não te via.

Toda magia
De uma palavra:
Degradada,
Debruçada,
Atropelada
Na via.
Não mais havia.

Talvez não com olhos.

Talvez com boca
E palavra oca.

Sim, te via
Andar na calçada,
Todavia,
Desvia.
Tão longe do corpo
Da palavra estirada.

Que havia
Somente enquanto te via.

(Samuel Macário)




Um abraço galera. Fiquem com Deus.

(Samuel Macário - sam.macario@gmail.com)

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Dia 04 de novembro " 40 anos da morte de Carlos Marighella "


" Um homem não desaparece com sua morte. Ao contrário, pode crescer depois dela, engrandecer-se com ela e revelar sua verdadeira estátua à distância." Florestan Fernandes, sobre Carlos marighella



Hoje quem pôde foi ao local do assasinato do Carlos Marighella em homenagem aos 40 anos de sua morte.. é claro que a TV ou qualquer outro meio de comunicação não fez nenhum esforço para comemorar esses dia ou menciona-l0.
Lembra-lo nesse dia e saber por qual motivo foi morto, é faze lo renascer um pouquinho cada dia, dentro de nós, isso fará realizarmos um sonho muito antigo que muitos não estarão aqui para vê-lo realizado.


Liberdade

Não ficarei tão só no campo da arte,
e, ânimo firme, sobranceiro e forte,
tudo farei por ti para exaltar-te,
serenamente, alheio à própria sorte.

Para que eu possa um dia contemplar-te
dominadora, em férvido transporte,
direi que és bela e pura em toda parte,
por maior risco em que essa audácia importe.

Queira-te eu tanto, e de tal modo em suma,
que não exista força humana alguma
que esta paixão embriagadora dome.

E que eu por ti, se torturado for,
possa feliz, indiferente à dor,
morrer sorrindo a murmurar teu nome"

São Paulo, Presídio Especial, 1939

poema de Carlos marighella.


(JÔ)

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Caminhando e Cantando

Já faz um tempinho eu gravei com a Jô uma música do Geraldo Vandré que ficou marcada como hino da resistência ao regime militar. Pra não dizer que não falei das flores não é apenas uma grande composição de MPB. É um grito de guerra, um chamado à luta, à organização. Sempre que escuto lembro de todos os atos públicos dos quais participei. Greves, manifestações, ou qualquer sentimento de indignação não reprimido.

Que Vandré nos inspire, e que neste domingo estejamos todos juntos, isso nos fortalece, nos encoraja, nos torna mais humanos.

(Para ouvir, clique aqui. Vai abrir em outra página, daí você pode ouvir pelo site ou baixar a mp3. Eu gravei todos os instrumentos de cordas, a Jô cantou. O arranjo a gente fez juntos).

(edu - edukaw@hotmail.com)

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

Geraldo Vandré

Composição: Geraldo Vandré

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Primeiros escritos no blogger

Eaê Rebeliarte!

Esta é a primeira vez que escrevo no Blogger, aproveito o momento para expor um pouco o que penso e sinto em relação aos nossos encontros:
Os Encontros de Arte e Literatura foram para mim um impulso ao desejo de expressão, algo incontrolável no ser humano, nunca se esgota, apenas se inibe às vezes. Unir todos estes anseios, manifestados em várias linguagens artísticas, num Espaço que compreende que o avanço na consciência política dos sujeitos é necessário para alcançarmos um mundo mais coletivo e justo, já aponta, por parte do grupo, algo muito além de passar tardes entrelaçado em poesia e arte.

Isso é muito bom!

Bom, agora quero aproveitar mais ainda este momento para publicar a Carta Manifesto que , em virtude dos 40 anos depois, MARIGHELLA VIVE!, a Coordenação do Espaço Cultural Carlos Marighella escreveu.
Acabou de sair do forno, espero que gostem e participem do nosso evento no próximo domingo às 15 horas. Haverá muitas atividades: Bingo de livros, Bate papo sobre o Marighella, Música, Comes e Bebes a preços populares e muito mais.

CARTA MANIFESTO

Para quem é de interesse, Carlos Marighella (1911 – 1969) foi um lutador social revolucionário, atuou na militância política contra os governos ditatoriais de Getúlio Vargas (1930 – 1945) e dos militares a partir de 1964. Neste ano houve um golpe contra o governo de João Goulart, que tinha comprometimento com partidos políticos, sindicatos e diversos segmentos dos movimentos sociais e a pretensão de pôr em prática mudanças estruturais que melhorariam, significativamente, a vida do povo brasileiro.
Neste contexto se deu a luta de Marighella que, com erros e acertos, deixou um legado positivo para os lutadores sociais. Seus escritos foram traduzidos para muitas línguas e orientaram revolucionários por vários cantos do mundo. Como todo homem que age, teve concepções que não se confirmaram, pregou a luta armada, praticou-a e perdeu sua vida em nome do socialismo, na data de 4/11/1969.
40 anos depois, aqui estamos, homenageando a memória deste símbolo da resistência socialista e convictos da importância de lembrarmos a história de nossos heróis. Neste sentido, fazemos deste momento de “mística” revolucionária oportuno para que esta mensagem conquiste corações e mentes para a luta socialista.
Certos de nossa responsabilidade e compromisso, nós do Espaço Cultural Carlos Marighella, viemos a público para reafirmar nossas convicções e convidar novos atores sociais para que, por meio da contribuição político-cultural, construam coletivamente alternativas culturais, a luta do povo e o socialismo.



PRIMAVERA de 2009.

Contato:


R Carvalho de Araújo, 5 - Guaianases
CEP: 08461-010 - Tel: 2553-1466
São Paulo - SP
cultural_carlosmarighella@yahoo.com.br


Abraço a todos!!! Saudações Culturais!!!

Talvez eu volte mais tarde com novidades!!!!

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Jefferson Santana!!! Sente o drama desse poeta da zona sul!

NO RESTAURANTE

Um americano
Na mesa se enfartando.
Um italiano
Comia conversando.
Um português
Nada entendia,
Enquanto um francês
Um vinho bebia
Para o inglês que sorria
Do russo fumando charuto
Com a vodka que engolia.
Um alemão sem assunto
Se enchia de cerveja.
Um brasileiro com sua bandeja
Apenas servindo,
Fingia estar sorrindo.

(Jefferson Santana)

Esse é um cara que conheci no curso de Letras, hj amigo meu e já se tornou um dos meus poetas favoritos. Peço desculpas a ele, pois, não pedi permissão para postar esse poema, mas eu preciso falar desse cara, que além de grande amigo é também grandioso na literatura.
O cara cresceu na periferia como a gente, precisamente na zona sul, Jd Angêla, acho que o bairro é esse né, se não for peço pra que o próprio corrija. rsrs... Eu to na sede pra levar esse muleke pro Marighella, infelizmente pra ele tá corrido, mto trampo, mas tenho certeza que ele já é parte de nós, e qualquer dia aí vai nos prestigiar com seus gradiosos textos. De resto estou indicando o cara que além de meu amigo é fera na literatura e grande principalmente na nossa literatura marginal e engajada. Um abraço a ele e a todos ai.

Lembrando que amanhã dia 24/10 a partir das 15:00 temos nosso encontro, nossa luta continua amanhã, é assim mesmo, vamos construir nosso mundo com arte e ousadia. Um abraço.
(Samuel Macário)

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